Associação Brasileira da Construção

Industrializada de Concreto

Industrializar em Concreto 37 - abril de 2026

ABCIC EM AÇÃO

Novo Conselho Estratégico da Abcic atuará no biênio 2026/2028

Presidência executiva continua sendo exercida pela engenheira Íria Doniak

No dia 9 de abril, os novos integrantes do Conselho Estratégico para o biênio 2026/2028 foram eleitos pelos associados na Assembleia Geral Ordinária. José Carlos Leonardi, diretor da Leonardi Construções Industrializada, passa a ser presidente do Conselho, enquanto Vitor Almeida, diretor da T&A Pré-Fabricados, será vice-presidente. 

Para o novo presidente do Conselho Estratégico da Abcic, a industrialização da construção deve se expandir nos próximos anos para atender às demandas por moradias, por infraestrutura e por sustentabilidade e para superar o problema da mão de obra no setor. “A pré-fabricação é uma boa alternativa para a industrialização dos canteiros de obra, que se tornou uma necessidade e não apenas uma opção”, afirma Leonardi, que explica que ainda há um aumento significativo de obras não residenciais com o sistema construtivo e um potencial considerável para obras de edifícios altos.” 

Como conselheiros para a nova gestão, além do presidente e do vice, foram eleitos: Anestine Amanda Jaeger (Pré-vale), Carlos José Martins Tavares (Marka), Giovani Milanasi (Milanesi Industrial), Ivan Ribeiro Pereira (Tranenge Construções), Marcelo Lima Bandeira (Bemarco), Paulo Roberto Sampaio (Legran) e Ricardo Caleffi (Concrelaje).

A diretoria executiva da entidade continuará presidida pela engenheira Íria Doniak. “O apoio e a visão estratégica fornecidos pelo Conselho Estratégico são fundamentais para nossa atuação contínua em prol do desenvolvimento do setor de pré-fabricados de concreto no país. Nosso objetivo é continuar trabalhando intensamente para fomentar ainda mais a industrialização do concreto, que tem sido uma importante alternativa na atual conjuntura da construção. Além da escassez de mão de obra, as questões ligadas à descarbonização estão evidentes e demandam uma resposta rápida e assertiva; caso contrário, pode acontecer o que ocorreu no passado, com o expressivo aumento de produtividade em outros segmentos da economia frente à construção, que ficou para trás neste quesito”, explica.  As diretorias serão validadas pelo Conselho Estratégico em sua primeira reunião.

Também foi eleito o Conselho Fiscal da entidade, composto por membros efetivos e suplentes. Já as quatro diretorias da Abcic: Técnica, Desenvolvimento, Marketing e Financeiro, foram definidas no mês de maio e ficarão a cargo, respectivamente, de: Luiz André Tomazoni, Luiz Otávio Baggio Livi, Wilson Claro e Claudio Gomes de Castilho.

A gestão anterior do Conselho Estratégico foi presidida por Felipe Cassol, do Grupo Cassol, que continuará como conselheiro da nova gestão, juntamente com os ex-presidentes Guilherme Fiorese Philippi, José Antonio Tessari, André Pagliaro, Carlos Gennari e Milton Moreira Filho. Dentro das premissas do estatuto da entidade de preservar a experiência daqueles que já presidiram a entidade, que muito contribui para seu aprimoramento contínuo.  

Nos quatro anos de gestão, Cassol deixa um legado bastante importante para a Abcic e para o setor de pré-fabricados de concreto. O Planejamento Estratégico da entidade, que estabeleceu cinco pilares estratégicos de atuação, a criação das Regionais Abcic e a contratação de profissionais como coordenadores de Projetos Especiais, nos âmbitos do desenvolvimento, da sustentabilidade e da tecnologia, são três, entre inúmeras iniciativas, que deram um novo impulso à industrialização e à entidade. 

Como destaque estão ainda a realização de diversos eventos, incluindo a retomada do PPP - Encontro Nacional de Pesquisa-Projeto-Produção em Concreto Pré-Moldado e do SEMPRE – Seminário de Pré-Moldados de Mato Grosso do Sul; o lançamento de novas publicações, como o 2ª edição de Coletânea de Obras Brasileiras, Edifícios Altos - Coletânea de Obras Brasileiras Pré-Fabricados de Concreto, e o boletim fib 101: concreto pré-moldado em edifícios altos; e a participação ampliada em fóruns técnicos, institucionais e governamentais no Brasil e no exterior. Com isso, a industrialização tem ganhado cada vez mais espaço nas pautas ligadas à modernização, sustentabilidade, produtividade e qualidade no setor da construção civil. Esse também é um dos legados deixados pela gestão de Cassol.

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